sexta-feira, 31 de maio de 2013

Lista de presentes

É muito prático, e não é absolutamente deselegante, fazer lista de presentes. Facilita a vida de seu convidado, que poupará horas de indecisão nas lojas. O que é deselegante é enviar juntamente com o convite a relação de lojas onde você colocou sua lista. Não ache que todos entenderão que você só quer ser prática e facilitar a vida deles. Não é exatamente assim. Os presentes fazem parte da tradição das festas de casamento, mas não são absolutamente obrigatórios. Os noivos devem deixar que a iniciativa de perguntar sobre a lista de presentes parta do convidado. Ao entregar o convite, caso seja perguntado, diga onde colocou suas listas de presentes. Seus convidados poderão perguntar também sobre elas ao seu cerimonial, aos seus familiares ou aos amigos mais próximos. As lojas costumam fornecer cartõezinhos com uma chuva de sugestões de presentes para serem colocados dentro dos convites, mas repetimos: isso é deselegante! Pegue somente alguns cartões para fornecer o endereço ao cerimonial e também para que seus familiares possam saber onde estão as listas e informar a quem pedir. Segundo Gloria Kalil, ainda não encontraram uma maneira elegante de se pedir dinheiro, logo, também não somos a favor de cotas para viagem de lua de mel ou para a compra de um presente maior.

Faça sua lista em casa antes de ir à loja, pois assim você poupará o seu tempo e o da vendedora e não correrá o risco de ter algum item “empurrado” pela loja.

Ao colocar sua lista de presentes, escolha lojas que mais se identifiquem com o seu gosto e que lhe ofereçam mais opções Antes de fechar definitivamente com a loja, informe-se se você poderá trocar os presentes, qual o prazo e em que condições devem estar os presentes para troca (na caixa, dentro do celofane, com a nota fiscal). Sugerimos que deixe uma lista básica em uma loja maior e outras listas, com artigos mais personalizados, em lojas menores, que mais se identifiquem com o seu estilo.

Seu convidado adorará saber se você gostou do presente e se sabe qual ele enviou. Para não esquecer, ao receber o presente escreva atrás do cartão o item que foi enviado. Achamos também muito prático escrever o presente oferecido no campo “presentes” da lista de convidados “Tangerine”. Nessa lista você já terá o endereço do convidado e isso facilitará em muito escrever os cartões de agradecimento, sempre escrito à mão e especificando o item recebido como presente. Exemplo: Adoramos o lindo faqueiro que você nos ofereceu. Obrigado pelo seu carinho e atenção. Esses cartões deverão ser enviados até um mês após a sua volta da lua de mel. Mande fazer os cartões de agradecimento junto com os convites de casamento. Aproveite também o envio desses cartões para oferecer o endereço de sua nova residência. Caso você, sua mãe ou parente próximo tenha disponibilidade para telefonar ao convidado agradecendo assim que receber o presente, não haverá necessidade de enviar o cartão de agradecimento e o convidado ficará também muito feliz com sua atenção, pois quem presenteia gosta de saber que o seu presente foi bem recebido.

Na hora de relacionar os itens que vão compor a lista de presentes e a do chá de panela, é fundamental não deixar para trás objetos essenciais para a vida de casada. Para isso, vale contar com a ajuda da mãe e da sogra e, é claro, ter sempre uma “lista-guia” em mãos. No próximo post iremos publicar nossa sugestão para uma lista de presentes.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Convites e seus trajes























"O vestir sabiamente influi no ser e no acontecer.
Somos por dentro o que confessamos por fora, revelando
gostos e preferências. A roupa não é só cartão de visita,
é carta aberta para ser lida até por analfabetos."

Carlos Drummond de Andrade

Felicidade do Drummond ao descrever o vestir e nos mostrar a sua simbologia. O termo inglês dress code, código de vestuário, exprime muito bem essa nossa necessidade de estarmos adequados ao evento. Oferecer ao convidado o código que deverá seguir, para se sentir adequadamente vestido para a ocasião, proporciona ao mesmo uma dose extra de segurança e traquejo em momentos em que esses requisitos terão grande importância Acho oportuno e simpático que no convite venha sempre colocado com clareza o traje para a ocasião, pois sempre que recebemos um convite em que o traje não está escrito temos que fazer um trabalho de detetive para interpretarmos seus dizeres e evitarmos constrangimentos. Certamente o convidado deve vestir-se para um evento observando a consideração que ele tem por quem o convidou, tomando sempre o cuidado de não ostentar e, educadamente, deixar que seu anfitrião brilhe. Essa também deverá ser a atitude do anfitrião e, assim, concluímos que a elegância está em vestir-se de maneira mais natural, correta e adequada possível. Em jantares, aniversários de amigos e outros convites, às vezes feitos de modo informal, aconselho, então, perguntar o traje. Se não tiver bastante intimidade com o anfitrião, pergunte a alguém que tenha ou apele para o seu bom senso, considerando o local do evento e o horário. Quando o convite especifica o traje, tudo fica mais fácil e é só seguir regrinhas antigas que muito nos ajudam nesse momento.

Traje Esporte
Deve ser usado em eventos informais, como almoços, festas de crianças, batizados, exposições. As mulheres podem usar saias, calças ou vestidos em tecido sem brilho, terninhos mais simples, estampas, saltos baixo ou não. As bolsas podem ser médias ou grandes. O grau de informalidade da roupa e das bijuterias deve ser adequado à ocasião e ao local do evento. Um traje esporte para ir a um churrasco não é logicamente o mesmo usado em uma cerimônia de batismo. O bom senso deve sempre prevalecer. Para os homens, a informalidade também é mantida e podem ser usadas calças de sarja, jeans ou gabardine com camisas de gola pólo e suéteres. Traje esporte não é sinônimo de desleixo e por essa razão ficam de fora jeans desbotados ou rasgados, tênis e sapatos detonados.

Traje Passeio
É às vezes chamado de “esporte fino”. É o traje exigido em alguns casamentos informais, almoços, vernissages, conferências e outros eventos um pouco mais formais. As mulheres podem exibir um visual mais arrumado que no traje esporte e usar vestidos, tailleurs, blusas e calças mais elegantes em bons tecidos, sapatos de salto médio a alto e bolsas em tamanho médio, para evento diurno, ou menores, se for noturno. Não é elegante usar excesso de brilho nas roupas e sapatos, transparências e decotes profundos. Para os homens, se o evento for diurno, até às 18h, usam-se camisa e blazer sem gravata ou terno claro com gravata, em algumas situações. Se o evento for noturno, terno e gravata.

Traje passeio completo
Também chamado de “social”. É o traje para casamentos formais, jantares, coquetéis, concertos. Para mulheres é a ocasião de usar vestidos, saias e blusas em tecidos mais sofisticados, acetinados ou com leve brilho. Decotes e certa dose de brilhos e transparências são permitidos, mas deve-se considerar o tipo de evento e o bom senso é mais uma vez bem vindo. O comprimento não precisa ser longo, as bolsas devem ser pequenas e os saltos devem ser altos. Os homens devem usar terno escuro, camisa de preferência clara e lisa, gravata com padrões elegantes e mais discretos e sapatos de couro, de amarrar.

Traje black tie
É o traje “a rigor”. Se no convite estiver escrito “habillée”, leia-se “black tie”. É o traje indicado para bailes em geral, bailes de formatura, grandes premiações e comemorações especiais que especifiquem esse traje. Para mulheres, vestidos longos sofisticados, mas os curtos também são permitidos, assim como tops e saias em tecidos luxuosos e pantalonas largas em tecidos mais nobres. Os vestidos podem ter decotes mais profundos, transparências, brilho ou bordados. As bolsas devem ser pequenas e os sapatos e sandálias de salto. Para os homens, o tradicional smoking: calça preta com fita preta acetinada nas laterais, paletó curto com lapela de cetim preto, faixa ou colete preto (nunca ambos!), camisa social branca, que pode ter a frente trabalhada, e, como diz o nome, gravata borboleta preta. Meias na cor preta, preferencialmente em seda, sapato clássico preto ou em verniz.

Aconselho àqueles que se sintam inseguros quanto ao que usar em determinado evento importante procurar um bom consultor de moda e estilo, tal como a minha amiga Maria Regina Costa.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Brasil e Peru



Gustavo é peruano, morando em São Paulo, e Alessandra de Volta Redonda, morando no Rio de Janeiro. O destino os uniu em uma única oportunidade, em uma rápida visita que Gustavo fez ao Rio de Janeiro e, ao conhecer o casal, sentimos que foi um verdadeiro encontro feliz. Duas culturas distintas festejando esse encontro era a proposta do evento e foi com grande entusiasmo que o Tangerine Cerimonial responsabilizou-se pela construção do mesmo. Durante o processo foi muito prazeroso contar com a amizade e organização de um simpático casal, que queria para sua filha, a noiva, a celebração do seu casamento com atmosfera clássica em um ambiente alegre e descontraído, como esperavam os muitos convidados peruanos que tinham a natural curiosidade de conhecer a comemoração de um casamento no Brasil.

Carol Hungria foi a estilista bem escolhida pela noiva e por sua mãe, que estavam lindas. A maquiagem e o cabelo da noiva e de sua mãe ficaram por conta do Gilles, que as atendeu em seu próprio salão, tendência que tem sido muito bem aceita por diversas noivas que preferem contar com todos os recursos que um salão de beleza pode oferecer, livrando-se um pouco da possibilidade de improviso que o deslocamento dos profissionais pode provocar. A decoração do Salão Jardim ficou por conta do Tangerine Cerimonial, móveis do Portal do Oriente, paisagismo do Marcelo, toalhas e guardanapos da Ruth Dourado, peças da mesa de doces da Panos e Cores e, mais uma vez, o Sr. Joaquim, de A Roseira, arrasou na decoração floral do salão, interpretando com precisão o desejo da mãe da noiva por cores mais fortes para remeter ao brilho e colorido das festas peruanas. O bufê foi Ecila Antunes e as bebidas foram da Frilat de Volta Redonda.

Os bem casados da Marta Proto, embalados também em cores fortes com laços e camélias, recebiam os convidados em mesa especial e com lindo arranjo de A Roseira. Todos os doces, lindos e deliciosos, foram da Denise do Rego Macedo, e juntamente com o bolo, sempre um sucesso, da Vera Andrade, deram todo o encanto à farta e colorida mesa de doces, que foi muito elogiada. A cerimônia religiosa contou com um bem escolhido repertório dos Violinos mágicos e foi oficializada pelo frei José Pereira que soube dar ao momento uma atmosfera descontraída e emocionante. Carol Osório desenvolveu um perfume suave para a ocasião, que ficará para sempre lembrado em nossos sentidos. Duas árvores francesas ladeavam o arco de entrada da Capela, que também foi decorada por A Roseira. A iluminação primorosa do Prallon, feita pelo Luizinho, foi um ponto alto na decoração.

Ao abrir a pista de dança, muito bem comandada pelo DJ Carlinhos do Capelli, o casal surpreendeu a todos apresentando uma ensaiada salsa e um forró que já davam, logo no início, o tom da festa e da união das duas culturas ali presentes, que tinham como elo principal o desejo de aproveitar o momento único de confraternização e alegria. Os pais do noivo trouxeram como brinde aos convidados peças bem coloridas do fino artesanato peruano, que fizeram sucesso pela beleza e pelo carinho da lembrança. O casal puxando o Cordão da Bola Preta, em um momento da festa em que a alegria e descontração já imperavam na pista, foi outra agradável surpresa, em um evento muito bem retratado pela sensibilidade do fotógrafo Aldenê, que, com seu olhar apurado e extremo profissionalismo, deixou que a festa fluísse naturalmente. Diante da responsabilidade em assessorar um dia tão importante, não podemos dispensar a parceria de bons fornecedores nesse momento único, pois calidad es hacer las cosas bien una sola vez.















terça-feira, 23 de abril de 2013

Reflexologia: um presente


Meu primeiro encontro com a reflexologia foi através de um presente. Minha amiga Eleanor Gough, diretora de uma escola na Inglaterra, da qual eu era representante e para onde levava grupos de adolescentes para passarem cerca de três semanas, deu-me logo ao chegar três vouchers para sessões de reflexologia com cromoterapia. Ao receber o presente, eu sabia o que era cromoterapia, mas não fazia ideia do que seria a reflexologia. Fiquei feliz com a lembrança, mas decidi, por conta do meu jet legging, não perguntar. Que ninguém tenha dúvida de que o meu trabalho, ao longo de doze anos, levando grupos de adolescentes para estudar durante a parte da manhã, hospedados em diferentes casas de família inglesas no entorno da escola e cumprindo uma programação vespertina, era, apesar de interessante e desafiador, muito estressante.

Consegui abrir uma brecha na agenda apertada e agendei com a terapeuta Margareth a sessão da primeira semana. A sala era completamente branca (móveis, paredes, carpete e cortina), com exceção da parede que ficava em frente à cadeira branca de terapia, que tinha um escaninho com toalhas felpudas com todas as cores do arco íris. Um lindo contraste, mas ainda desconhecia a terapia e não dei o braço a torcer. Música suave e perfume de lavanda no ar. Foi quando a terapeuta começou a massagem em um dos meus pés, identificando e resolvendo problemas que eu até então desconhecia, enquanto o outro permanecia envolvido em toalha fofa amarelo ouro. Senti um tremendo bem estar logo na primeira sessão e voltei para casa cheia de energia e muito relaxada. Margareth mudou a cor da toalha na segunda sessão (rosa claro) e também na terceira (azul claro). Só consegui na verdade sentir o valor do presente na segunda sessão quando, já livre de vários pontos de estresse que a terapeuta identificava rapidamente, experimentei momentos de extrema conexão e paz. Só então pude sentir a importância e o valor do presente que me haviam oferecido. Em outras ocasiões, antes de viajar, já agendava a reflexologia e por um tempo fiquei quase que dependente dessa terapia.

Quando parei de viajar a trabalho e, por não encontrar no Rio, naquela época, terapeutas em reflexologia, o assunto ficou esquecido, mas a associação da terapia como um presente de alguém que se importa com o nosso bem estar ficou para sempre. Agora, trabalhando com noivas e eventos, fui apresentada pelo Dodo do Portal do Oriente ao João Marcelo do Spasa, que vinha com a proposta de utilizar a reflexologia em festas. Em uma semana teria um evento no qual a mulher do aniversariante pediu-me sugestões de brindes para os seus amigos. Levei a proposta do Spasa para a Renata, que a aceitou prontamente, e incorporamos um espaço Zen na decoração da festa: um sucesso! Os convidados sentiram-se exatamente como eu havia me sentido: alguém-pensa-no-meu-bem-estar. Na arrumação do espaço, contamos com os móveis “tudo a ver” do Portal do Oriente, algumas peças do acervo pessoal do João Marcelo, decoração floral do Sr. Joaquim, de A Roseira, e por minha conta e risco coloquei um difusor de aroma de lavanda: pura associação de ideias.



sábado, 13 de abril de 2013

Casamento pela manhã seguido de almoço


Escolher o horário e o número de convidados é sempre uma decisão importante no planejamento de um evento. Acho o casamento pela manhã muito charmoso e familiar. Não imagino uma cerimônia diurna seguida de um almoço para muitos convidados sem a perda da atmosfera intimista e familiar que o momento exige. A proposta veio dos noivos Bruna e Leandro, que imaginavam repartir esse dia especial com apenas cem convidados, amigos e familiares. Foi esse o fio condutor e inspiração do Tangerine Cerimonial durante toda a assessoria, organização e decoração do evento, pois meu casamento também foi pela manhã, seguido de um almoço, há 40 anos, em um tempo em que esses eventos eram organizados de forma muito informal e familiar e o improviso imperava. Aquele foi um dia feliz, como foi também o de Bruna e Leandro, seus familiares e amigos-família.

A noiva vestida por Carol Hungria e com buquê de A Roseira, estava linda e tranquila. A Capela Santa Ignez e o salão tiveram a decoração floral de A Roseira, que são floristas da família e do Tangerine Cerimonial de longa data. Criando certo suspense, a noiva mostrou-se indecisa em usar ou não usar véu, e só soubemos da sua opção no momento de sua chegada. Na Capela Santa Ignez, o lindo e matutino repertório musical ficou por conta da Athamis. A cerimônia religiosa teve, na tranquilidade e descontração do Frei Jonathan, a leveza que combinava com o momento tão íntimo e familiar. O salão Jardim da Capela Santa Ignez foi decorado pelo Tangerine Cerimonial, com móveis do Portal do Oriente, flores de A Roseira, sousplats e guardanapos de ArletteReis e paisagismo de Marcelo. O bufê Marias e Amélias arrasou em elogiado cardápio, cuidadosamente escolhido pelos noivos, e deu mais uma vez um show de profissionalismo e simpatia, servindo água bem geladinha aos convidados antes da cerimônia religiosa para abrandar o grande calor, em um dia lindo de dezembro. É bom poder contar com parceiros amigos como eles, que possuem uma estrutura que permite colocar o bem estar e o sucesso do evento em primeiro lugar. Além das sobremesas deliciosas, servidas pelo Bufê Marias e Amélias, o evento contou também com mesa de doces da Fabiana D`Angelo, barrigas de freira da Mônica e Naná e chocolates da Cacau Noir. Foram também muito elogiados os bem casados da Louzieh. Tudo isso tendo ao fundo a música ambiente suave de Cassio Vieira, que deixava espaço para conversas e momentos de descontração que a ocasião pedia. O fotógrafo Freddo filmou e fotografou tudo com o seu olhar apurado e o resultado foi muito positivo.

Pude sentir a seriedade com que a amiga e madrinha Maria levou o seu cargo ao fazer questão de auxiliar o Cerimonial durante a arrumação da cauda do vestido da noiva, que ficou ainda mais bonito durante toda a festa. Todo o cuidado que tivemos em planejar cada detalhe foi retribuído pelo carinho com o qual os noivos foram cercados pelos familiares e amigos em um dia tão especial. 











quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Papeladas de Casamento

A organização do casamento é uma fase mágica. Os noivos participam dos mínimos detalhes e curtem todas as escolhas para a realização do dia mais importante de suas vidas. Mas a burocracia também faz parte dessa realidade e não há como fugir dela. Confira abaixo toda a documentação necessária. Uma dica: não deixe nada para a última hora, senão você correrá o risco de não casar na data desejada.


CASAMENTO CIVIL

Noivos brasileiros, solteiros e com mais de 18 anos
• Certidão de nascimento
• Carteira de identidade
• CPF
• Comprovantes de residência atualizados
• Carteira de identidade de duas testemunhas maiores de 18 anos
• Qualificação (endereço, estado civil, profissão, naturalidade e idade) por escrito dos noivos, dos pais dos noivos (quando vivos) e das testemunhas.

Noivos divorciados
• Certidão de casamento com averbação de divórcio
• Formal de partilha dos bens do casamento anterior (no caso de não ter havido bens, juntar petição inicial do divórcio mais sentença homologada pelo juiz)
• Carteira de identidade
• CPF
• Comprovantes de residência atualizados
• Carteira de identidade de duas testemunhas maiores de 18 anos
• Qualificação (endereço, estado civil, profissão, naturalidade e idade) por escrito dos noivos, dos pais dos noivos (quando vivos) e das testemunhas.

Observação: se os noivos não puderem comprovar a partilha dos bens ocorrida no matrimônio anterior ou a sua inexistência, estarão obrigados a contrair o novo matrimônio sob o regime da separação legal de bens, conforme art. 1641, I c/c art. 1523, III, do Código Civil/02.

Noivos viúvos
• Certidão de casamento do noivo (a) viúvo(a)
• Certidão de óbito do cônjuge falecido
• Inventário dos bens
• Carteira de identidade
• CPF
• Comprovantes de residência atualizados
• Carteira de identidade de duas testemunhas maiores de 18 anos
• Qualificação (endereço, estado civil, profissão, naturalidade e idade) por escrito dos noivos, dos pais dos noivos (quando vivos) e das testemunhas.

Observação: enquanto não for realizado o inventário e feita a partilha dos bens aos herdeiros, os noivos estarão obrigados a contrair o novo matrimônio sob regime da separação legal de bens, conforme art. 1641, I c/c art. 1523, I e III, do Código Civil/02.

Noivos com 16 ou 17 anos de idade
• Certidão de nascimento dos noivos
• Carteira de identidade
• CPF
• Comprovantes de residência atualizados
• Carteira de identidade e CPF dos pais dos noivos
• Carteira de identidade de duas testemunhas maiores de 18 anos
• Qualificação (endereço, estado civil, profissão, naturalidade e idade) por escrito dos noivos, dos pais dos noivos (quando vivos) e das testemunhas.

Observação: os pais deverão assinar o consentimento no memorial e reconhecer as firmas. É vedado o casamento de menores de 16 anos, salvo por via judicial na condição de gravidez, devidamente comprovada.

Caso específico para estrangeiros
Noivos solteiros
• Certidão de nascimento
• Passaporte com foto e com data de validade do visto
• Ficha consular de declaração de estado civil.

Noivos divorciados
• Certidão de casamento com a sentença do divórcio expedida pelo Tribunal Estrangeiro
• Comprovação da partilha dos bens do matrimônio anterior
• Passaporte com foto e com data de validade do visto
• Ficha consular de declaração de estado civil
• Em alguns casos, será necessária a apresentação, também, da certidão de nascimento.

Noivos viúvos
• Certidão de casamento
• Certidão de óbito do cônjuge falecido
• Passaporte com foto e com data de validade do visto
• Ficha consular de declaração de estado civil
• Em alguns casos, será necessária a apresentação, também, da certidão de nascimento.

Importante
• Todos os documentos estrangeiros devem ser traduzidos por tradutor público juramentado e registrados em Cartório de Registro de Títulos e Documentos
• Os documentos de Portugal também precisam ser registrados em Cartório de Títulos e Documentos e, se o (a) noivo (a) estrangeiro (a) não falar o idioma português, será necessária a presença de tradutor público juramentado no dia da cerimônia de casamento
• Se o (a) noivo (a) estrangeiro (a) possuir carteira de identidade brasileira ou Registro Nacional de Estrangeiros (RNE), será dispensada a apresentação do passaporte, mediante apresentação do referido documento
• Se o (a) noivo (a) estrangeiro (a) residir no Brasil, deverá apresentar cópia autenticada do comprovante de residência.
• Quando casam, tanto o homem quanto a mulher podem acrescentar ao seu nome o sobrenome da esposa ou do marido.
• Toda a documentação deverá ser apresentada com cópias autenticadas
• Caso o noivo (a) não possua comprovante de residência em seu nome ou em nome de seus pais, deverá apresentar a declaração e a qualificação do proprietário com firma reconhecida e cópia autenticada do documento de identidade do proprietário. O comprovante de residência deve ser do mês corrente ou do mês anterior.
• É permitido o casamento por procuração feita em cartório. A procuração tem validade de 90 dias.

Atenção aos prazos
• No ato da apresentação da documentação necessária, será emitido o memorial para casamento, onde constarão as assinaturas dos noivos e das testemunhas, que deverão ser reconhecidas em qualquer Cartório de Notas.
• As firmas podem ser abertas e reconhecidas no próprio cartório. Basta o comparecimento das partes, portando documento de identidade e CPF (originais).
• O prazo para o processo de habilitação ser homologado é de 50 dias corridos. Depois de habilitados, os noivos deverão casar no prazo de 90 dias (em caso da perda do prazo, será necessária a solicitação de revalidação, o que implicará em mais 50 dias de espera).

CASAMENTO RELIGIOSO COM EFEITO CIVIL 

• Depois de habilitados em cartório, os noivos levarão a certidão de habilitação à paróquia (Igreja Matriz mais próxima à residência da noiva) para que os proclamas possam correr na sua paróquia. O prazo ideal para a entrega da habilitação na paróquia é de sessenta dias antes do casamento. Ao entregar a habilitação, os noivos deverão marcar o curso de noivos. Atenção! O prazo máximo para entrega da habilitação na paróquia é de quatro semanas antes do casamento!!

• Os noivos devem avisar no cartório quando derem entrada na documentação que farão o casamento civil junto com o religioso, chamado casamento religioso com efeito civil.

• Documentos necessários para apresentação na igreja: certidão de batismo, comprovante de residência, cópia da carteira de identidade, certificado do curso de noivos, habilitação civil retirada em cartório, nomes completos, identidade e CPF de duas testemunhas acima de 21 anos.


• Após a celebração, dentro de 90 dias, os noivos deverão levar ao cartório o termo de casamento religioso, emitido pela paróquia matriz onde o casamento foi realizado, e a petição de inscrição, entregue pelo cartório junto com a certidão de habilitação, para fazer a inscrição e produzir efeito civil.

CASAMENTO FORA DA SEDE (em casa de festa ou em residência)

• Depois de habilitados, é necessário que os noivos solicitem autorização ao Juiz de Direito para a realização da cerimônia fora da Serventia. O agendamento da data é feito diretamente com a Juíza de Paz do Cartório, com antecedência mínima de vinte (20) dias, com a possibilidade de não haver data disponível.

Qualquer dúvida, consulte o site: www.cartoriofacil.com.br

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Virou festa

Durante todo o processo de organização do evento, Elizabeth, mãe da noiva, não quis perder o foco inicial: uma linda cerimônia religiosa na Igreja da Santíssima Trindade, local por ela freqüentado e vizinho à sua residência. A música ficou por conta de Athamis, que proporcionou a todos momentos muito agradáveis com um belo repertório, além de incluir em seu grupo uma harpa, o que foi um presente muito especial para todos os convidados. A decoração floral ficou por conta de A Roseira, assim como a colocação de um tapete azul por onde passou o cortejo formado por crianças de bem pouca idade, que fizeram a alegria do olhar atento e sensível da fotógrafa Daniela Justus em razão da descontração e do simbolismo da cena.

A noiva, Tereza Cristina, escolheu sua mãe para levá-la ao altar: foi um momento especial e de grande simbolismo e emoção para familiares e amigos. Carol Hungria foi a responsável pela beleza e elegância da noiva, de sua mãe e de Hortência, sua irmã, também madrinha. A iluminação perfeita e muito elogiada foi de RatinhoLight; cabelo e maquiagem ficaram por conta de Ana Gangemi.

Esse evento tem história. Quando fui procurada pela noiva e por sua mãe, a proposta inicial era uma bela cerimônia religiosa com uma recepção na própria igreja, e nisso trabalhamos por um tempo. Porém, ao assistir à filmagem do video maker Fábio Alves de algumas festas maiores, a noiva viu que gostaria de ter uma festa de casamento completamente diferente da proposta inicial.

Casamento é um evento único e o desejo da noiva quis ser satisfeito por sua mãe. Saímos à procura de um local onde pudéssemos realizar a nova proposta da noiva, e agora também do noivo, que gostou muito da ideia. Conseguimos o Espaço Cultural Veneza e toda uma programação foi revista e alterada em muito pouco tempo. O resultado foi positivo e o que seria apenas uma simples recepção após cerimônia transformou-se em festa: com animada pista de dança conduzida pelo DJ Tuffy; Bufê Ponto 3, do próprio espaço; bolo da Dona Dirce Corrêa; doces Denise do Rego Macedo, doces portugueses de Mônica e Naná, bem casados Elvira Bona e bebidas da Wines and Roses, todos responsáveis pelo sucesso da noite. A decoração floral do espaço, escolha pessoal da noiva e de sua mãe, foi muito bem interpretada e realizada por A Roseira. Os móveis foram do próprio Espaço Veneza e do Portal do Oriente. As velas de Eliana Lipiane deram um contraponto intimista em alguns espaços, e devo dizer que o resultado foi muito positivo.

Mais uma vez vejo que, em organização de eventos, temos que estar abertos a mudanças e deixar que tudo flua no sentido da satisfação dos envolvidos. Ao ver a alegria dos noivos, amigos e convidados, lembrei-me da nossa primeira reunião, quando não poderia imaginar que o casamento de Tereza Cristina e Alberto teria uma recepção tão animada que chegou até às 3 horas manhã. Virou festa!